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Orientação alimentar para osteoporose

Orientação Alimentar para Osteoporose

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O aspecto nutricional é de extrema importância no desenvolvimento e manutenção da massa óssea e na prevenção e/ou tratamento da osteoporose. Um dos nutrientes de grande importância para o tecido ósseo é o cálcio (principal mineral que atua na formação da massa óssea) e a vitamina D (fundamental para utilização do cálcio no organismo). (BEDANI; ROSSI, 2005).

PREFERIR
Leites e derivado;
Peixes: sardinha, pescada branca, lambari;
Brócolis, couve, espinafre, agrião, rúcula, manjericão, coentro;
Amêndoa, castanha do pará, linhaça;
Soja;
Alimentos ricos em vitamina D: gema de ovo, fígado, manteiga, óleo de peixe, sardinha, atum enlatado e pescados gordos (arenque caval).

RECOMENDAÇÕES
Exponha-se ao sol da manhã regularmente;
Não fume;
Evite o consumo de café e bebidas alcóolicas;
Exercite-se, principalmente através de caminhadas e exercícios que requeiram força muscular; Tenha uma alimentação rica em cálcio e vitamina D.

Referências Bibliográficas:
RONCADA, M.J. Vitaminas lipossolúveis. In: Dutra-de-Oliveira JE, MarchiniJS. Ciências Nutricionais. São Paulo: Sarvier; p.167-90, 1998.

BEDANI, R.: ROSSI, E.A. O consumo de cálcio e a osteoporose. Ciências biológicas e da saúde, Londrina, v.26, n.1, p.3-14, 2005.

CUPARRI, L. Nutrição Clínica no Adulto – (Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar /Unifesp – Escola Paulista de Medicina. 2º ed. rev. e ampl. – São Paulo : Manole, 2005.

**Os textos publicados no site têm o objetivo de informar e não substituem a consulta médica.**

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Orientação alimentar para constipação

Orientação Alimentar para Constipação

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Como funciona a digestão?
No estômago, inicia-se a mistura com o ácido, o qual reduz os alimentos a pequenas partículas. Vai para o intestino delgado, onde o alimento irá sofrer um processo de quebra sob efeito dos sucos digestivos, lentamente acontece a absorção de nutrientes. Ao atingir o início do intestino grosso, todos os nutrientes já foram absorvidos e o que sobra são os resíduos de alimentos e água em grande quantidade. A função básica do intestino grosso é absorver toda a água e eliminar os resíduos através do seu produto final: as fezes.

Ritmo Intestinal Normal
Pode ser de 3 vezes ao dia a 3 vezes na semana, entre estas variáveis pode ser considerado normal. A consistência das fezes também é importante e deve ser pastosa, de eliminação não dolorosa.

O que é constipação intestinal?
É a condição que leva à diminuição do número de evacuações pela diminuição dos movimentos do intestino, o que gera fezes endurecidas, de pequeno volume e difíceis de eliminar. Contribuem para esse problema: falta de exercícios, alimentação inadequada, gravidez, medicamentos, estresse e depressão e a falta de um lugar privativo adequado.

Como prevenir ou regularizar as funções intestinais?
– Identificar os horários em que o intestino funciona melhor;
– Reflexo gastro-cólico: reflexo que desencadeia a necessidade de evacuar após a ingestão de alimentos. Procure estabelecer períodos que se sigam a uma refeição;
– Faça exercícios físicos, 30 a 40 minutos, no mínimo 3 vezes por semana;
– Alimentação saudável;
– Realize de 5 a 6 refeições diárias (café manhã, lanche matinal, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia), com volume reduzido;
– Comer devagar e mastigar bem os alimentos, não faça as refeições com pressa;
– Rica em fibras;
– Nas refeições, comece pela salada;
– Beba líquidos em abundância. Inclua em sua dieta água, chás e sucos naturais não coados, na quantidade mínima de 2 litros diários, para permitir uma aumento na quantidade de líquido nas fezes.

PREFERIR
– Alimentos integrais: pães integrais (aveia, centeio ou preto), arroz integral, barra de cereais, aveia, granola, farelo de trigo, cereais matinais;
– Leguminosas: feijões, grão de bico, lentilha, ervilha, soja, feijão branco, tremoço;
– Legumes e verduras (4 a 5 porções/dia): abobrinha, acelga, agrião, alface, almeirão, aspargos, berinjela, brócolis, catalonha, cebola, cenoura crua, chuchu, couve, couve-flor, espinafre, escarola, jiló, nabo, pepino, quiabo, rúcula, rabanete, tomate, vagem;
– Frutas (3 a 4 porções/dia): ameixa, abacaxi, melancia, melão, mamão com semente, banana, laranja com bagaço, mexerica, kiwi, pêra com casca, morango, figo, maçã com casca.

Referências Bibliográficas:
CUPARRI, L. Nutrição Clínica no Adulto – (Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar /Unifesp – Escola Paulista de Medicina. 2º ed. rev. e ampl. – São Paulo : Manole, 2005.

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Orientação alimentar para gastrite

Orientação Alimentar para Gastrite

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PREFERIR:
– Alimentos integrais – frutas não ácidas, verduras, legumes e cereais integrais.

EVITAR:
– Refeições pesadas e gordurosas (feijoada, churrasco e fast-foods);
– Frituras em geral (pastéis, coxinha, preparações à milanesa e à dore);
– Alimentos que estimulam a secreção de ácidos. São eles:
– Temperos (pimenta malagueta,vermelha e do reino, vinagre, caldo de carne, catchup, mostarda e molho de tomate);
– Bebidas gaseificadas (refrigerantes e água com gás);
– Bebidas alcoólicas;
– Café, chá mate e preto;
– Chocolate;
– Frutas cítricas – ácidas (laranja pêra, abacaxi, maracujá, limão, cajú, morango, mexerica e kiwi);
– Chicletes e balas.

RECOMENDAÇÕES:
– Coma devagar e mastigue bem os alimentos, pois assim a digestão será mais fácil e os nutrientes serão melhor aproveitados;
– Realize de 5 a 6 refeições diárias (café manhã, lanche matinal, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia), com volume reduzido;
– Não consuma líquidos durante ou logo após as refeições. Tome-os 1 hora antes ou após as refeições;
– Evite os extremos de temperatura (quente e frio);
– Evite os alimentos que causam desconforto gástrico;
– Espere pelo menos 2 horas após a refeição para deitar-se;
– Não se deve realizar a auto-medicação. Oriente-se com o médico;
– Restrinja o uso de bebidas alcoólicas e fumo;
Obs.: o fato de não estar sentindo mais nada, não significa que está curado, siga a dieta e não abuse.

Referências Bibliográficas:
Sociedade Brasileira de Gastroenterologia e Nutrição do Estado de São Paulo:
www.sgnsp.org.br/artigos
CUPARRI, L. Nutrição Clínica no Adulto – (Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar /Unifesp – Escola Paulista de Medicina. 2º ed. rev. e ampl. – São Paulo : Manole, 2005.

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Still life of variety of Healthy Foods

Orientação Alimentar para Colesterol Elevado

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ORIENTAÇÃO NUTRICIONAL
O colesterol cumpre funções importantes no organismo, entretanto, quando em excesso, pode causar a disposição de placas de gordura na parede das artérias. O LDL é conhecido como colesterol ruim, pois seu acúmulo bloqueia o fluxo sanguíneo e estreita as artérias, impedindo seu depósito.

PREFERIR:
– Carnes magras (coxão mole, coxão duro, alcatra, patinho, músculo, peito de frango, peixes – sardinha, cavala, atum, salmão, arenque) – não frito;
– Óleo de girassol, canola, milho e azeite de oliva – quantidades moderadas;
– Saladas cruas à vontade;
– Frutas – 4 porções por dia, uma por vez;
– Leite e derivados desnatados (queijo branco, ricota, cottage, requeijão light e margarina light (40% lipídios));
– Alimentos integrais (pão integral, arroz integral, aveia e cevada);
– Aveia – 2 colheres de sopa por dia;
– Leguminosas: feijão, lentilha, ervilha, grão de bico e principalmente a soja – feijão, leite, óleo de soja, farinha de soja, queijo tofu, proteína vegetal texturizada;
– Abacate, linhaça, amêndoa, castanha do Pará, nozes;
– Clara de ovo;
– Frutas frescas e vegetais (crus, cozidos ou fervidos), gelatina;
– Verduras e legumes.

EVITAR:
– Gordura visível da carne, pele de frango e peixe, miúdos e vísceras de modo geral (fígado, língua, rim e coração), frutos do mar e crustáceos (mexilhão, marisco, lagosta, lula, ostra e camarão);
– Margarina comum (80% lipídios), manteiga, banha de porco, creme de leite, leite condensado, chantilly, gordura hidrogenada, maionese comum, molhos prontos para salada;
– Alimentos com consistência crocante: nuggets, tortas, croissants;
– Fast-foods ;
– Leite e derivados integrais (iogurtes, coalhadas, queijos amarelos – prato, mussarela, parmesão e provolone);
– Embutidos: salsicha, lingüiça, paio, torresmo, presunto, mortadela, salame e bacon;
– Molhos cremosos: à base de molho branco ou queijos;
– Pães doces com cremes, biscoitos recheados, amanteigados, wafers, salgadinhos de pacote, sorvetes de massa, chocolates, bolos com creme;
– Gema de ovo;
– Frituras;
– Refeições pré-preparadas, hamburguers, patês;
– Massas elaboradas com gordura;
– Café e bebidas alcoólicas.

RECOMENDAÇÕES:
– Respeite o horário de suas refeições;
– Realizar 5 a 6 refeições diárias (com volume reduzido);
– Comer devagar e mastigar bem os alimentos;
– Dê preferência aos alimentos grelhados, assados e cozidos ou a vapor;
– Aumente a ingestão de fibras vegetais e cereais integrais;
– No almoço e jantar, comece pela salada;
– Pratica atividade física regular;
– Ao compra alimentos industrializados, nunca deixe de ler no rótulo a sua relação de ingredientes. Tente optar por aqueles que são ricos em poliinsaturados e em fibras solúveis. Evite aqueles com altas quantidades de gordura (especialmente as saturadas).

INFORMAÇÕES:
Todos nós temos colesterol no sangue, mas se esse nível cresce acima do normal, o risco de desenvolver arteriosclerose aumenta. Os alimentos contêm três tipos de gordura: saturada, poliinsaturada e monoinsaturada.

SATURADA: é aquela que tende a aumentar os níveis de colesterol. Ela é encontrada principalmente em alimentos de origem animal (carnes, ovos, leites e derivados, etc). Essa gordura também está presente em alguns alimentos industrializados (bolos, bolachas, margarinas duras, etc), no chocolate, na gordura de côco e em certas sementes (nozes, amendoim, castanhas, etc).

POLIINSATURADA: é aquela que ajuda a diminuir o colesterol sangüíneo. Ela é encontrada em alta quantidade em certos óleos vegetais, como os de girassol e milho, margarinas cremosas e outros produtos elaborados com óleos poliinsaturados e de peixe.

MONOINSATURADA: não aumenta o nível de colesterol. É encontrada em alguns óleos vegetais como azeite de oliva.

Referências Bibliográficas:
Sociedade Brasileira de Cardiologia. “IV Diretriz Sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose”.
CUPARRI, L. Nutrição Clínica no Adulto – (Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar /Unifesp – Escola Paulista de Medicina. 2º ed. rev. e ampl. – São Paulo : Manole, 2005.

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Orientação alimentar anti-fermentativa

Orientação Alimentar Anti-Fermentativa

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PREFERIR:
– Chás em geral;
– Torradas, bolachas, biscoito de polvilho salgado e pão integral;
– Nozes, castanha do Pará e amêndoas;
– Manteiga, margarina (quantidade moderada);
– Queijos: minas, mussarela e ricota;
– Sopas caseiras à base de carne e legumes;
– Prefira arroz integral;
– Carnes magras: bovina, ave e peixe cozido, grelhados e assados;
– Ovos (exceto frito e quente);
– Verduras cozidas: agrião, almeirão, chicórea, escarola, espinafre, mostarda;
– Legumes cozidos: abóbora, batata, berinjela, cará, cenoura, chuchu, cogumelo, inhame, mandioquinha, tomate sem pele e sem semente, abobrinha…
– Frutas cruas ou cozidas: banana, maçã, banana prata, laranja-lima e pêra;
– Sucos das frutas permitidas, além de suco de maracujá e limonada bem diluídos, água de coco;
– Gelatina dietética;
– Temperos: alho, azeite, cebola, limão, salsa, pouco sal e vinagre;
– Uso de óleo vegetal;
– Uso de adoçante artificial.

EVITAR:
– Leite, iogurte, creme de leite;
– Café;
– Pães, bolachas doces;
– Verduras e legumes crus;
– Verduras e legumes fermentativos: acelga, batata-doce, beterraba, brócolis, couve-flor, couve-manteiga, pepino, pimentão, rabanete e repolho;
– Tortas e massas em geral;
– Feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico, milho e soja;
– Carnes gordas (porco, vitela, carneiro);
– Frios e embutidos (presunto, salame, mortadela, salsicha, lingüiça, bacon);
– Bebidas alcoólicas, gasosas (refrigerantes, águas com gás), bebidas isotônicas;
– Açúcar, doces, bolos e chicletes;
– Chocolate, achocolatados;
– Condimentos: pickles, pimentas, mostadar, catchup, molho shoyo, inglês e temperos prontos;
– Frituras, banha;
– Sopas industrializadas.

RECOMENDAÇÕES:
– Fracionar as refeições de 3 em 3 horas em pouca quantidade;
– Evitar ingerir líquidos durante as refeições principais;
– Comer devagar e mastigar bem os alimentos.

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Orientação Alimentar para Ácido Úrico Elevado

Orientação Alimentar para Anemia Ferropriva

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PREFERIR:
– Alimentos integrais: cereal tipo “All Bran”, germe de trigo, farinha de aveia, cevada;
– Carnes vermelhas (magras), frango ou peixe;
– Leguminosas: feijões, lentilha, ervilha e soja (farinha e extrato);
– Damasco seco, castanha de caju torrada e salgada, amêndoa, semente de linhaça;
– Alimentos enriquecidos com ferro;
– Vegetais verde-escuros: espinafre, agrião, couve, brócolis, mostarda (folha), almeirão, rúcula, coentro e salsa.

RECOMENDAÇÕES:
– Consuma alimentos ricos em vitamina C: pimentão verde, vermelho e amarelo, frutas: laranja, limão, acerola, goiaba, caju, morango, abacaxi, kiwi, carambola, mexerica, esse nutriente aumenta a absorção do ferro.
– Não fique longos períodos sem se alimentar;
– Evitar: café, chá preto, chá mate e refrigerantes;
– Respeite o horário de suas refeições;
– Realizar 5 a 6 refeições diárias (com volume reduzido);
– Comer devagar e mastigar bem os alimentos;
– Dê preferência aos alimentos grelhados, assados e cozidos ou a vapor;
– Realizar atividade física diariamente.

Referências Bibliográficas:
CUPARRI, L. Nutrição Clínica no Adulto – (Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar /Unifesp – Escola Paulista de Medicina. 2º ed. rev. e ampl. – São Paulo : Manole, 2005.

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O que você deveria saber sobre Insuficiência Arterial Periférica

O que você deveria saber sobre Insuficiência Arterial Periférica

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Insuficiência Arterial Periférica (IAP) é uma forma de aterosclerose que acomete as artérias das pernas. A aterosclerose leva as artérias a ficarem tortuosas e obstruídas com o acúmulo de placas gordurosas no seu interior. A IAP pode causar dor nas pernas que por vezes limitam a capacidade de andar; e feridas nos pés e pernas que demoram a cicatrizar por completo.

Ter IAP significa que o fluxo de sangue para as pernas, pés e dedos está diminuído

O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA EVITAR A PIORA DA INSUFICIÊNCIA ARTERIAL PERIFÉRICA

NÃO FUME E MANTENHA DISTÂNCIA DE QUEM FUMA
– Tabaco piora a IAP e a aterosclerose
– O Tabagismo passivo é também muito prejudicial

CAMINHE
– Caminhada faz parte do tratamento da IAP
– Comece caminhando pouco respeitando seu limite e caminhe um pouco mais a cada dia
– Uma boa meta é 30 minutos por dia 5 vezes por semana
– Se suas pernas doerem enquanto caminha pare, repouse e recomece a caminhada novamente

VISITE SEU MÉDICO REGULARMENTE
– Mantenha seus níveis de pressão arteial controlados
– Mantenhas seus níveis de glicose sanguínea controlados
– Mantenha seus níveis de colesterol controlados
– Mantenha seu peso nos níveis adequados para sua altura e idade

USE CALÇADOS ADEQUADOS
– Use calçados que não estejam apertados ou raspando nos pés
– Use calçados que sejam resistentes e que protejam seus pés no caso de batidas

INSPECIONE SEUS PÉS DIARIAMENTE
– Procure manchas vermelas, manchas escuras e feridas

PROCURE RAPIDAMENTE UM MÉDICO SE:
– Sentir dores nas pernas mesmo em repouso
– Perder a sensibilidade nos pés
– Verificar a presença de feridas nos pés ou pernas

PARA MAIORES INFORMAÇÕES:

Consulte um médico de sua confiança e acesse os links abaixo:

Doença Arterial Periférica
http://saude.ig.com.br/minhasaude/enciclopedia/doenca+arterial+periferica+pernas
SBACV – Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular
http://www.sbacv.com.br/
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
www.sbgg.org.br

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**Adaptação de artigos da American College of Physicians**

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diabetes-02

O que você deveria saber sobre Gota

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Gota é um tipo muito doloroso de artrite causado pelo acúmulo de cristais nas juntas e tecidos moles.
Gota causa inchaço súbito das articulações, vermelhidão, calor local e dor, e usualmente inicia-se acometendo o dedão do pé
Ataques agudos usualmente iniciam-se à noite e duram por volta de 1 semana
Este acúmulo de cristais de ácido úrico pode prejudicar as articulações definitivamente

QUEM ESTÁ MAIS PREDISPOSTO A DESENVOLVER GOTA?

– Homes de meia idade
– Mulheres após a menopausa
– Individuos com níveis de ácido úrico elevado
– Pessoas com sobrepeso
– Alguns alimentos aumentam o risco de desenvolver Gota (carnes vermelhas, miúdos, ostras, alguns peixes com anchovas, bebidas alcoólicas e refrigerantes)
– Alguns medicamentos como diuréticos e algumas doenças com diabetes e cálculos renais também aumentam o risco de Gota

COMO É DIAGNOSTICADA GOTA ?

A melhor maneira de diagnosticar gota é a retirando uma amostra de líquido das articulações com uma agulha e examinando a amostra para presença dos cristais de urato

O QUE DEVO FAZER SE ACHO QUE TENHO GOTA ?

Consulte um médico para tratar a dor e diminuir a duração da crise

A dor e inflamação podem ser tratadas com anti-inflamatórios não hormonais, colchicina ou corticóides (por via oral ou por infiltração intraarticular)

Após apresentar mais de uma crise de Gota você deverá tomar medicamentos por longo prazo para diminuir os níveis de ácido úrico, previnir outras crises e complicações da doença. Você deverá tomar as medicações conforme prescrito pelo seu médico para que produzam o efeito desejado.

Mudanças do estilo de vida e substituição de algumas medicações também podem ajudá-lo

PARA MAIORES INFORMAÇÕES:

Consulte um médico de sua confiança e acesse os links abaixo:

Sociedade de Reumatologia do Rio de Janeiro
www.reumatorj.com.br/doencas/gota.htm
Reumatologia Avançada
www.reumatologiaavancada.com.br
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
www.sbgg.org.br

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O que você deveria saber sobre Diabetes Tipo II

O que você deveria saber sobre Diabetes Tipo II

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O QUE É DIABETES TIPO II ?

No diabético tipo II o hormônio chamado insulina não consegue controlar adequadamente o uso do açucar proveniente da alimentação, e seus níveis aumentam no sangue.

Se o diabetes tipo II não é controlado, haverá complicações como perda da visão, danos aos rins, má circulação e lesão aos nervos. Estas complicações podem levar a infecções, úlceras nos pés, e em casos mais graves amputações, além de problemas digestivos.

O diabetes tipo II é também chamada de diabetes mellitu não insulino dependente

QUEM ESTÁ MAIS PROPENSO A ADQUIRIR O DIABETES TIPO II ?

– Pessoas acima do peso ideal para idade ou sedentárias
– Pessoas com mais de 45 anos
– Individuos com história familiar de Diabetes Tipo II
– Mulheres que tiveram Diabetes na gestação

COMO O DIABETES TIPO II É DIAGNOSTICADO ?

Seu médico pode suspeitar de diabetes se você apresentar sintomas como sede aumentada, fadiga e se estiver urinando com maior frequência. O diagnóstico de Diabetes é confirmado com testes laboratoriais que mensuram os níveis de glicose no sangue.

COMO O DIABETES TIPO II É TRATADO ?

O Diabetes Tipo II é uma condição crônica. O tratamento consiste em baixar os níveis de glicose no sangue. O objetivo a longo prazo é evitar as complicações relacionadas a doença.

O tratamento primário consiste em realizar uma atividade física regular e manter uma dieta saudável e equilibrada. Se o controle da dieta e os exercícios não forem suficientes, medicações podem ser usadas para o controle nos níveis sanguíneos de glicose.

Os pacientes podem monitorar seus níveis de glicose em casa através de aparelhos específicos para tal, permitindo que avaliar os resultados de sua dieta, exercícios e auxiliando seu médico a ajustar as doses de sua medicação.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE DIABETES TIPO II E DIABETES TIPO I ? No Diabetes Tipo I o pâncreas (órgão produtor de insulina) é atacado pelo próprio sistema imune. Estes pacientes precisam tomar insulina. No Diabetes Tipo II apenas alguns casos necessitarão do uso de insulina.

QUAIS OS SINTOMAS DO DIABETES TIPO II ?

– Boca seca / aumento da fome, sede e da quantidade de urina
– Visão turva / Dormência de mãos e pés
– Perda de peso sem causa aparente / Fadiga
– Impotência Sexual

PARA MAIORES INFORMAÇÕES:

Consulte um médico de sua confiança e acesse os links abaixo:

Sociedade Brasileira de Diabetes
www.diabetes.org.br
Diabetes, Vida e Comunidade
www.diabetenet.com.br
Comunidade Diabetes
www.comunidadediabetes.com.br
ANAD – Associação Nacional de Assistência de Diabético
www.anad.com.br
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
www.sbgg.org.br

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